domingo, 10 de maio de 2015

A VERDADE POR TRÁS DA HISTÓRIA

NAPOLEÃO BONAPARTE



Que Napoleão Bonaparte, foi uma figura militar e estrategista excepcional todos sabem, o que poucos conhecem são as verdades por trás de sua história. 

Apesar de Napoleão ter se tornado tenente aos 16 anos, ele não tinha muito jeito com mulheres. Quando jovem, ele era magricela, de cabelos engordurados e de uniforme sempre amassado, atraia poucas mulheres. Foi apelidado de Gato de Botas, devido suas botas negras e sujas, e suas pernas finas e curtas.

Casou-se aos 26 anos com Josefina, uma nobre viúva de um visconde, que adorava esbanjar a fortuna de Bonaparte e de trai-lo frequentemente, após anos de constantes traições, Napoleão revoltou-se e tornou-se um tremendo mulherengo.

Outro fato inusitado que o Imperador gostava de fazer era comer com as mãos, e adorava comer pratos banhados em gordura, geralmente seu café da manhã, era repleto de ovos fritos com azeitonas e pimenta.


Mas isso não é tudo Napoleão Bonaparte era considerado racista e também conhecido como o “anticristo”.  Napoleão morreu em 5 de maio de 1821, na Ilha de Santa Helena. De acordo com historiadores, seu corpo passou por uma autópsia e o procedimento revelou que ele morrera de câncer no estômago, talvez um dos motivos para que ele apareça frequentemente em imagens com mão, por dentro do casaco. 













quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

A HISTÓRIA DO CARNAVAL

A HISTÓRIA DO CARNAVAL
Foto:Carmen Miranda

Quando falamos em carnaval, logo associamos essa festividade cultura brasileira, devido à grandiosidade de nossas comemorações. Porém, a história do Carnaval brasileiro é algo recente no referencial histórico, um dos primeiros relatos sobre o Carnaval vem da Roma Antiga. Para homenagear o Deus Saturno, os romanos criaram uma festividade intitulada Saturnais, durante as comemorações escolas eram fechadas, escravos eram soltos, mulheres e homens desfilavam nus em carruagens, chamadas carrum navalis. Acredita-se que a partir do nome dado as carruagens romanas surgiu a expressão Carnaval.
Por algum tempo a Igreja Católica foi contra as festividades, pois, incitava o paganismo. Somente em 590 d.C. que a Igreja decidiu reconhecer os festejos, porém, no dia seguinte deveria ser dedicado ao arrependimento dos pecados, no caso esse dia era a Quarta-Feira de Cinzas.
Com o passar dos séculos o Carnaval foi perdendo sua identidade mística e religiosa, tornando-se uma época para expressar criticas artísticas ao poder dos (nobres e burgueses).
A história do Carnaval brasileiro tem inicio no ano de 1855, um grupo de intelectuais do Rio de Janeiro, criou um bloco, chamado Congresso das Sumidades Carnavalescas. Esse grupo pediu autorização e convidou para que a Família Real assistisse o desfile, D. Pedro II não hesitou em aceitar.
A partir de então, foi questão de tempo para as festividades caírem no gosto do povo brasileiro, difundindo assim com as diferentes culturas, como o entrudo português, onde foliões saiam molhando um ao outro, o samba de origem africana, assim como as fantasias e lendas das mais variadas regiões do Brasil e do mundo.


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A verdade por trás da História

A FAMÍLIA REAL E A MODA DAS PERUCAS



Foto de Marieta Severo interpretando Carlota Joaquina



A Família Real Portuguesa chegou ao Brasil lançando moda, com seus belos turbantes e perucas. Carlota Joaquina, suas filhas, assim como algumas damas da corte desembarcaram na colônia utilizando diversos acessórios capilares. Foi questão de dias, para ditarem a nova moda da colônia. O que as mulheres da época não imaginavam, é que isso não passava de uma desculpa, e que as mulheres da Família Real, assim como suas cortesãs rasparam as cabeças devido a uma infestação de piolho que contraíram durante a viagem.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

A INFLUÊNCIA DA REFORMA PROTESTANTE NA ORIGEM DO CAPITALISMO

A INFLUÊNCIA DA REFORMA PROTESTANTE NA ORIGEM DO CAPITALISMO

A Reforma Protestante influenciou os diferentes setores da sociedade atual, especialmente o setor econômico, através da fixação do acumulo de capital. Através desta reforma adquirimos maior liberdade de expressão, liberdade religiosa e econômica, em contra partida caímos nas garras do sistema consumista predatório, herança que teve origem no sistema capitalista.


FIGURA: Igreja X Capitalismo
FONTE: http://www.primeirosesbocos.com.br/2014/05/vamos-falar-sobre-dinheiro-igreja-e.html

A Reforma Protestante teve como principal idealizador, o até então padre alemão Martinho Lutero, insatisfeito com as atitudes e dogmas católicos começou a contestar as orientações da Igreja. Então na data de 31 de outubro de 1517, Lutero inicia a reforma ao fixar na porta da Igreja de Wittemberg, 95 teses, das quais criticava severamente os abusos cometidos pela Igreja Católica, tais como: cobrança de indulgencias e impostos cobrados por serviços prestados a comunidade. Após a divisão religiosa cristã, a Igreja ficou dividida entre católicos e protestantes, dando inicio a uma grande disputa de Reforma e Contra-Reforma.

Com a propagação do protestantismo e a revisão do modo vida dos religiosos, o capitalismo ensaiava dar os primeiros passos, especialmente na Europa do Norte sob a influência do religioso protestante, João Calvino.

Ao contrário dos católicos, os protestantes não condenavam o acumulo de capital, apesar de pregarem a ajuda aos mais necessitados eles condenavam o voto de pobreza, imposto pela Igreja Católica. Segundo o filósofo alemão Marx Weber, em sua obra A Ética Protestante e o Espirito do Capitalismo: “devemos provisoriamente, utilizar a expressão espirito do capitalismo para que a atitude que se esforça sistematicamente para o lucro, para sua própria causa da maneira”.

Weber ainda afirma que a devoção religiosa muitas vezes está acompanhada de uma rejeição dos assuntos mundanos, especialmente na busca de riquezas e bens. Entretanto com a consolidação do protestantismo, houve um desprendimento do voto de pobreza e das gordas doações cedidas em troca de lugares ao céu ou remissões dos pecados, impulsionando o crescimento do acumulo de riquezas.

Não podemos discordar que o desprendimento do protestantismo foi favorável para o crescimento econômico e tecnológico do mundo. Porém, em sua obra Weber lamenta e afirma que o capitalismo de certa maneira levou o homem a uma forma de servidão involuntária, em uma vida mecanizada. Desencadeando uma série de agravantes sociais, tais como: êxodo rural, fome, doenças, desemprego, desigualdade social, entre outros.   

REFERÊNCIA

WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Ed. Pioneira, 1967.
WEBER, Max. A ética protestante e o “espírito” do capitalismo. São Paulo: Ed. Companhia das Letras (Trad. de José Marcos Mariani de Macedo), 2004.




sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

CURIOSIDADES - D. João VI

A verdade por trás da História... 




Que D. JoãoVI, era beberão e comilão, a maioria das pessoas sabem. O que muitos não sabem é ele tinha várias fobias entre elas; medo de trovões, de siris e caranguejos, inclusive durante a sua estadia no Rio de Janeiro, o monarca contraiu uma flor que brotava entre os meios seus, no caso uma doença venérea. Entre seu tratamento estavam os banhos de mar para conter o avanço da doença. Devido sua fobia, Dom João era banhado em uma tina (banheira) a beira do mar por escravos.  
Um breve histórico da Ponte Hercílio Luz



FIGURA: Ponte Hercílio Luz
FONTE: http://oap.eng.br/portfolio_ibusiness/monitoramento-ambiental-da-ponte-hercilio-luz/

A Ponte Hercílio Luz está localizada em Florianópolis – SC, foi construída com o objetivo de ligar a ilha de Santa Catarina com a parte continental do estado, é uma das maiores pontes pênseis do mundo e a maior do Brasil, ela possui 821 metros de comprimento e sua construção foi iniciada em 14 de novembro de 1922 e inaugurada em 13 de maio de 1926.

O grande idealizador da obra foi o governador Hercílio Luz e o projeto de execução era de autoria dos estadunidenses Robinson e Steinmam. A ponte iria chamar-se Ponte da Independência, mas devido à morte do governador dias depois do anúncio da construção, passou a se chamar Ponte Hercílio Luz. A inauguração da ponte Hercílio Luz, ocorreu no dia 13 de maio de 1926, e o custo final da obra atingiu 14 milhões 478 mil 107 contos e 479 réis. 

No ano de 1982, a Ponte Hercílio Luz foi fechada para o transito de automóveis, tornando cartão postal da cidade. Entre os anos de 1988 a 1991, foi reaberta para o tráfego de pedestres, bicicletas, motocicletas, mais tarde voltou a ser interditada e tornou-se patrimônio histórico e artístico.

Após muita discussão sobre a restauração da ponte, em 2005, o Governo Federal, Governo do Estadual e a Prefeitura de Florianópolis assinaram o contrato que daria inicio restauração, com prazo máximo de sete anos. Mas a burocracia, aliada à mudança no governo do estado, fez com que as obras atrasassem.

O novo prazo de entrega da restauração da Ponte Hercílio Luz era para 2013. Mas, entra empresa, sai empresa e nada de restauração, lamentavelmente a novela continua e sem uma expectativa de final feliz, pois, atualmente novas empreiteiras rescindiram os contratos de restauração.


Você Sabia!

Apesar das várias obras rodoviárias elaboradas no governo Hercílio Luz, ele costumava visitar os municípios vizinhos montado a cavalo.


Com a Revolução de 1930, para conter o avanço dos getulistas foram retiradas as tabuas da cabeceira da Ponte Hercílio Luz, para que não conseguissem tomar a capital.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Êxodo Rural

O ÊXODO RURAL E O ENSINO DA GEOGRAFIA


Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), no ano de 2005 o Brasil tinha uma taxa de urbanização de 84,2% e, de acordo com algumas projeções, até 2050, a porcentagem da população brasileira que vive em centros urbanos deve pular para 93,6%.Com base nesses dados o Êxodo Rural torna-se um tema muito importante não somente na economia, mas também discussão do meio espacial e social, especialmente para os jovens que vivem no meio rural. Por esse e outros motivos à escola assume um papel importante no estudo, na contextualização e principalmente na construção de uma criticidade, através de suas abordagens pedagógicas.


O êxodo rural é caracterizado pela intensa migração de habitantes de uma determinada região para outra do país, estado ou cidade. Esse fluxo migratório na maioria das vezes é ocasionado pelas diversas dificuldades enfrentadas na região rural, tais como: desvalorização do agricultor e falta de acesso a melhores condições de vida, trabalho, saúde, escola e transporte.

Dentre as principais causas do êxodo rural, podemos citar:


ü  A mecanização no processo de agricultura e a substituição da mão de obra por máquinas perante a modernização do campo.

ü  A capitalização/ industrialização, fator determinante para essa transição do campo/cidade. Através das fábricas e empresas aumenta a oferta de trabalho, atraindo os moradores do campo a buscarem melhoria condições de vida.


O Êxodo Rural no Brasil começou a ganhar força a partir dos anos 60, através da abertura econômica e da implantação das multinacionais na região sudeste. Com essa crescente oferta de empregos, houve um crescimento acentuado no fluxo migratório, vindo da região nordeste e se instalando na região sudeste, especialmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Com esse processo migratório surgiram os diversos agravantes sociais presentes atualmente em nossa sociedade, como: desemprego, poluição, doenças, miséria, crescimento desordenado, desigualdade social entre outros.

Hoje dos jovens que vivem no meio rural, são poucos os que expressão interesse em continuarem em sua região de origem, pois, grande parte desses jovens associam o meio rural diretamente com a desvalorização do meio agrícola. Por esse motivo, a grande maioria dos jovens ao completarem a maioridade ou até mesmo antes tende a buscar melhores condições de vida, de trabalho e de ensino no meio urbano.

Nos últimos anos são vários os países que vem sofrendo com as consequências do Êxodo Rural e das Migrações, especialmente países capitalistas. Muitos desses adotaram políticas de incentivo para conter a chamada desertificação rural, com foi o caso da França.

Por outro lado, o investimento brasileiro em políticas de incentivo a permanência no meio rural ainda é defasado e nas últimas décadas temos sofrido com as diversas migrações regionais e inter-regionais.

Principalmente na disciplina de Geografia, o Êxodo Rural vem tornando-se comum, dentro dos debates de sala de aula, devido ao processo de globalização e os constantes fluxos migratórios. Porém, os professores em algumas situações encontram dificuldade de manter a neutralidade referente ao assunto, principalmente quando vivem dentro do contexto.

O professor tem como função criar um senso crítico no aluno, ofertar suporte para que esse crie uma consciência da realidade do meio rural e urbano e das diferentes situações que esse vivenciará ao longo da vida. Cabe a todos, repensarmos a influencia de palavras e nossas ações, principalmente quando vivenciamos essa situação tão de perto como é o caso de meu município.

Atualmente o Êxodo Rural tem ganhado números alarmantes, estima-se que esses números tendem a crescer, como podemos visualizar no gráfico abaixo.


            FIGURA: Gráfico E.M. Anitápolis
            FONTE: Arquivo Pessoal

Essa pesquisa foi aplicada com jovens que frequentam ou frequentaram o Ensino Médio no município de Anitápolis durante o ano letivo de 2014. As principais razões que influenciaram esse processo migratório, são: falta de acesso a Educação Superior nas mais diversas áreas, falta de mercado de trabalho e por fim falta de serviços básicos e principalmente cultura e lazer.


Já passou da hora de nossos governantes pensarem mais a frente, refletirem sobre o futuro de nossos municípios, estados e até mesmo nossas vidas. E isso deve ser uma ação em conjunto entre órgãos federal, estaduais e municipais, pois, nos passos que caminhamos, será questão de décadas para enfrentarmos um colapso mundial por falta de alimento.